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Caos: Falha nos semáforos na Cupecê coloca a vida dos motoristas e pedestres em risco

Com inúmeros semáforos em funcionar, pedestres e motoristas correm risco de morte na via.

Transitar pela Avenida Cupecê, especificamente na região da Cidade Ademar e no Jardim Miriam, é correr risco de sofrer acidente, isto porque nos últimos 15 dias, dezenas de semáforos da avenida não estão funcionando, ou por falha técnica, ou por conta de falta de manutenção, ou ainda por conta de furtos dos fios destes equipamentos. As únicas medidas tomadas nestes últimos dias tomadas pela CET foram colocar cavaletes interditando o acesso em alguns pontos. Na última quarta-feira, dia 14, diversas viaturas tentavam arrumar estes semáforos, mas a situação ainda se encontra precária.

Praça do Jardim Miriam

Por isto, atravessar a via é uma tarefa perigosa, principalmente em frente à Escola Estadual Leonor Quadros, no Jardim Miriam, os estudantes dependem do bom senso dos motoristas que vem de Diadema e descem em alta velocidade. “É um absurdo, isto está assim há 15 dias, eles mechem e mechem nas fiações e não resolve”, comentou Carlos de Oliveira, 49 anos, que tentava atravessar a via com seu filho que estuda na escola.

Um pouco mais pra frente, a dona de casa Josefa de Souza Romualdo, 71 anos, tentava atravessar a Avenida Cupecê na esquina da Rua Brás de Abreu e a situação é ainda mais perigosa, pois os carros não param. “É um absurdo, eles vivem arrumando, mas não trazem a solução. Já estava ruim, agora ficou pior, pois já fiquei quase 10 minutos tentando atravessar, eles param somente quando aglomera muitas pessoas e então invadimos a pista, caso contrário se estiver sozinha, eles não param não”, afirmou em relação aos motoristas.

Na Praça do Jardim Miriam, os ônibus invadem a pista e os carros são obrigados a pararem de imediato e é neste momento que os pedestres aproveitam para atravessarem. “Só vão tomar providências quando acontecer algum acidente fatal”, disse o comerciante que trabalha na praça, André de Paula, de 23 anos.

A reportagem entrou em contato com a CET por meio da Assessoria de Imprensa, mas até o fechamento desta matéria não obteve nenhuma resposta.

Atravessar a rua é um desafio na Avenida Cupecê

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